Fotografia de vida selvagem (wildlife photographer)

Mamíferos

Xiiiiiii….. O tempo vai fechar na Estrada Parque.

Pantanal 2018

Uma das 72 pontes da Estrada Parque


Solstício

O cãozinho da foto é o Solstício. Seu nome vem de Solstício de Verão, que é um fenômeno da astronomia que marca o início do Verão. É o instante em que determinado hemisfério da Terra (hoje, o hemisfério sul), está inclinado cerca de 23,5º na direção do Sol, fazendo com que esse hemisfério receba mais raios solares. No solstício de Verão ocorre o dia mais longo do ano e, consequentemente, a noite mais curta, em termos de iluminação por parte dos raios Sol.

O Solstício foi um amiguinho que fiz quando estive a primeira vez na Lapinha da Serra. Ele me acompanhou em praticamente em todos os lugares que fotografei. A Lapinha da Serra, que está localizada na região da Serra do Cipó e que faz parte da área de proteção do Parque Nacional da Serra do Cipó.

Solstício, o cãozinho que conheci na Lapinha da Serra - Santana do Riacho, MG.

Solstício, o cãozinho que conheci na Lapinha da Serra – Santana do Riacho, MG.


Dia Nacional do Pampa

Ontem, dia 17 de dezembro, foi o Dia Nacional do Pampa, um dos seis biomas brasileiros e que está localizado no extremo sul do Rio Grande do Sul. Esse bioma é constituído basicamente por vegetações rasteiras ou herbáceas, com capins de vários tipos.

Já tive a oportunidade de fotografar em duas unidades de conservação desse bioma: no Parque Nacional da Lagoa do Peixe (primeira foto) e na Estação Ecológica do Taim. As duas unidades funcionam com área de descanso, de crescimento ou nidificação para diversas espécies migratórias que procuram esse bioma.


Galeria

Hoje, dia 29 de novembro, é comemorado o Dia da onça-pintada. Criado pelo Governo Brasileiro, em 16 de outubro de 2018, o Dia Nacional da Onça Pintada é comemorado em 29 de novembro. Com o objetivo de aumentar a conscientização sobre as ameaças enfrentadas pela espécie e também promover esforços de conservação para garantir a sobrevivência e reforçar o papel da onça como indicadora de um ecossistema saudável. Segundo trabalho da ONG Panthera Brasil, a onça-pintada, traz anualmente muitos benefícios à região de Porto Jofre, em Mato Grosso. O turismo de observação do maior felino das Américas, movimenta mais de 25 milhões de reais. Seguem duas fotos que fiz na região de Porto Jofre.


Infelizmente, muita gente ainda não entendeu, que a preservação da natureza é sim um grande negócio.

Pantanal movimenta US$ 7 milhões ao ano com observação de onças-pintadas Valor é referente à região de Porto Jofre (MT), de acordo com ONG Pantheras Brasil

 


Onça-pintada (Panthera onca)

Para conseguir fazer essa foto, percorri cerca de 2.220 Km, dirigindo por dois dias e meio. Saindo de Teresópolis, Rio de Janeiro, passando os estados de SP, MS e GO até chegar em Porto Jofre, no estado de Mato Grosso, para finalmente conseguir fotografar a Onça-pintada, o maior felino das Américas e o terceiro maior do mundo, depois dos tigres e dos leões.
Infelizmente a Onça-pintada (Panthera onca), também chamada de Jaguar é um dos animais que está na lista dos mais ameaçados de extinção.

Poconé 2018

Onça-pintada (Panthera onca)


Tamanduá-mirim (Tamandua tetradactyla)

Esse é o famoso “abraço do Tamanduá”. Posição em que o animal ao sentir-se em perigo, se apoia sobre as patas traseiras e abre as patas dianteiras, como um abraço, mostrando suas garras poderosas em uma tentativa de intimidar o inimigo.

Pantanal 2019Tamanduá-mirim (Tamandua tetradactyla)

Tamanduá-mirim (Tamandua tetradactyla)


Parecem ser da mesma espécie, mas não são.

O primeiro é um Veado-campeiro (Ozotoceros bezoarticus). Os cervídeos dessa espécie medem cerca de 1 metro de comprimento, tem pelagem dorsal marrom e o contorno da boca e dos olhos brancos, assim como a barriga. Sua galhada tem três pontas e mede cerca de 30 cm de altura.

O segundo é um Cervo-do-pantanal (Blastocerus-dichotomus). É o maior cervídeo sul-americano, podendo pesar até 125 kg e ter até 127 cm de altura.

Fiz essas fotos na Estrada Parque – Pantanal da Nhecolândia, MS.


Fui entrevistado pelo site Terra da Gente.

https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/terra-da-gente/noticia/2019/07/17/professor-de-geografia-se-aventura-em-busca-de-grandes-fotos-da-vida-selvagem.ghtml?fbclid=IwAR3O1inZ3SDYf9Bi39m6ZUAYSTMWylk2yh_mqSLCmeO5yV8GfuqO7P4dvmk


Jaguatirica (Leopardus pardalis) Estrada Parque – Pantanal da Nhecolândia, MS.

Essa Jaguatirica (Leopardus pardalis) deu o que falar. Algumas pessoas disseram que era um filhote de onça. Outras, um “Jaguatirão”.