Fotografia de vida selvagem (wildlife photographer)

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Hoje, dia 29 de novembro, é comemorado o Dia da onça-pintada. Criado pelo Governo Brasileiro, em 16 de outubro de 2018, o Dia Nacional da Onça Pintada é comemorado em 29 de novembro. Com o objetivo de aumentar a conscientização sobre as ameaças enfrentadas pela espécie e também promover esforços de conservação para garantir a sobrevivência e reforçar o papel da onça como indicadora de um ecossistema saudável. Segundo trabalho da ONG Panthera Brasil, a onça-pintada, traz anualmente muitos benefícios à região de Porto Jofre, em Mato Grosso. O turismo de observação do maior felino das Américas, movimenta mais de 25 milhões de reais. Seguem duas fotos que fiz na região de Porto Jofre.


Infelizmente, muita gente ainda não entendeu, que a preservação da natureza é sim um grande negócio.

Pantanal movimenta US$ 7 milhões ao ano com observação de onças-pintadas Valor é referente à região de Porto Jofre (MT), de acordo com ONG Pantheras Brasil

 


Onça-pintada (Panthera onca)

Para conseguir fazer essa foto, percorri cerca de 2.220 Km, dirigindo por dois dias e meio. Saindo de Teresópolis, Rio de Janeiro, passando os estados de SP, MS e GO até chegar em Porto Jofre, no estado de Mato Grosso, para finalmente conseguir fotografar a Onça-pintada, o maior felino das Américas e o terceiro maior do mundo, depois dos tigres e dos leões.
Infelizmente a Onça-pintada (Panthera onca), também chamada de Jaguar é um dos animais que está na lista dos mais ameaçados de extinção.

Poconé 2018

Onça-pintada (Panthera onca)


Tamanduá-mirim (Tamandua tetradactyla)

Esse é o famoso “abraço do Tamanduá”. Posição em que o animal ao sentir-se em perigo, se apoia sobre as patas traseiras e abre as patas dianteiras, como um abraço, mostrando suas garras poderosas em uma tentativa de intimidar o inimigo.

Pantanal 2019Tamanduá-mirim (Tamandua tetradactyla)

Tamanduá-mirim (Tamandua tetradactyla)


Parecem ser da mesma espécie, mas não são.

O primeiro é um Veado-campeiro (Ozotoceros bezoarticus). Os cervídeos dessa espécie medem cerca de 1 metro de comprimento, tem pelagem dorsal marrom e o contorno da boca e dos olhos brancos, assim como a barriga. Sua galhada tem três pontas e mede cerca de 30 cm de altura.

O segundo é um Cervo-do-pantanal (Blastocerus-dichotomus). É o maior cervídeo sul-americano, podendo pesar até 125 kg e ter até 127 cm de altura.

Fiz essas fotos na Estrada Parque – Pantanal da Nhecolândia, MS.


Fui entrevistado pelo site Terra da Gente.

https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/terra-da-gente/noticia/2019/07/17/professor-de-geografia-se-aventura-em-busca-de-grandes-fotos-da-vida-selvagem.ghtml?fbclid=IwAR3O1inZ3SDYf9Bi39m6ZUAYSTMWylk2yh_mqSLCmeO5yV8GfuqO7P4dvmk


Jaguatirica (Leopardus pardalis) Estrada Parque – Pantanal da Nhecolândia, MS.

Essa Jaguatirica (Leopardus pardalis) deu o que falar. Algumas pessoas disseram que era um filhote de onça. Outras, um “Jaguatirão”.

 


Esse é o Mickey, bebendo água numa das baías do Pantanal de Nhecolândia.

Pantanal da Nhecolândia, MS.

Pantanal da Nhecolândia, MS.


Lebre-européia (Lepus europaeus) Estação Ecológica do Taim, RS

Lebre-européia (Lepus europaeus)

Lebre-européia (Lepus europaeus)


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Minha homenagem ao Dia das Mães.