Fotografia de vida selvagem (wildlife photographer)

Cachoeiras

Reflexos – Lapinha da Serra, MG.

Reflexos - Lapinha da Serra, MG.

Reflexos – Lapinha da Serra, MG.

Anúncios

Carrancas, MG.

Carrancas - MG

Carrancas, MG.


Cachoeira do Pedrossian – Bodoquena, MS.

Cachoeira do Pedrossian - Bodoquena - MS

Cachoeira do Pedrossian – Bodoquena, MS.


Imagem

Alcantilado – Visconde de Mauá, RJ.

Visconde de Mauá - RJ


Lapinha da Serra, MG.

Lapinha da Serra, MG.

Lapinha da Serra, MG.


Rio Sete Quedas – Urubici, SC.

Rio Sete Quedas - Urubici-SC

Rio Sete Quedas – Urubici, SC.


Galeria

Parque Nacional do Caparaó Alto Caparaó, MG.


11 de setembro é o dia nacional do Cerrado.

Localizado no coração do Brasil, o Cerrado é fundamental para a sobrevivência de milhares de animais e plantas. Nesse bioma são encontradas mais de cinco mil espécies brasileiras, como o Lobo-guará, o Tamanduá-bandeira e a Onça-pintada. Chamado de “o berço das águas”, no Cerrado, nascem os rios que formam seis das principais regiões de hidrográficas brasileiras: Parnaíba, Paraná, Paraguai, Tocantins-Araguaia, São Francisco e Amazônica.

Em homenagem a esse bioma brasileiro, que é um dos mais devastados do país, metade do Cerrado já foi destruído, algumas fotos que fiz nas várias vezes que por estive por lá.


Vida de Fotógrafo de natureza selvagem.

Muita gente acha que a vida de um fotógrafo de natureza é um glamour, mas não imaginam os perrengues que passamos. São dias dirigindo por estradas de asfalto ou de terra. Quilômetros de caminhadas no sol ou na chuva, calor, frio, mosquitos e carrapatos. Cansaço (muito), fome e algumas lesões. Tudo isso para conseguiu uma boa foto.

Adoro!!! hehehehe


Hoje, dia 22 de março é comemorado o Dia Mundial da Água.

“O equilíbrio e o futuro de nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.” (Artigo 4 da “Declaração Universal dos Direitos da Água”)