Fotografia de vida selvagem (wildlife photographer)

Posts com tag “bichinhos

Borboelata Maria-boba (Mechanitis lysimnia) Gonçalves, MG.

Borboelata Maria-boba (Mechanitis lysimnia)

Borboelata Maria-boba (Mechanitis lysimnia)


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Primavera, a estação das Flores!


11 de setembro é o dia nacional do Cerrado.

Localizado no coração do Brasil, o Cerrado é fundamental para a sobrevivência de milhares de animais e plantas. Nesse bioma são encontradas mais de cinco mil espécies brasileiras, como o Lobo-guará, o Tamanduá-bandeira e a Onça-pintada. Chamado de “o berço das águas”, no Cerrado, nascem os rios que formam seis das principais regiões de hidrográficas brasileiras: Parnaíba, Paraná, Paraguai, Tocantins-Araguaia, São Francisco e Amazônica.

Em homenagem a esse bioma brasileiro, que é um dos mais devastados do país, metade do Cerrado já foi destruído, algumas fotos que fiz nas várias vezes que por estive por lá.


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Minha homenagem ao dia das mães da vida selvagem.


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Ainda na minha fase “macro”.


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Estou numa fase “macro”. kkkkk


Pantanal 2018

Muita gente me pergunta porque sempre vou ao pantanal e a minha resposta é sempre a mesma: porque tenho certeza que renderá boas fotos.


Hoje, 12 de novembro, é o dia do Pantanal!

Localizado no coração da América do Sul, esse imenso reservatório de água doce, é fonte de vida para diversas espécies animais e vegetais, atuando como um gigantesco berçário para todas elas.

Minha pequena contribuição a esse bioma tão castigado pela ação humana.

 


11 de setembro é o dia nacional do Cerrado.

Localizado no coração do Brasil, ligando três países da América do Sul, são encontrados no Cerrado mais de cinco mil espécies brasileiras, como o Lobo-Guará, o Tamanduá-Bandeira e a Onça-Pintada. Chamado de “o berço das águas”, por abrigar as nascentes de importantes bacias hidrográficas da América do Sul: Platina, Amazônica e São Francisco e por isso, funcionando como um elo entre quatro dos seis biomas brasileiros.

Em homenagem a esse bioma brasileiro, que é um dos mais devastados do país, metade do Cerrado já foi destruído, algumas fotos que fiz nas várias vezes que por estive por lá.

 


Aves de rapina

As ‘aves de rapina’ ou ‘rapinantes’ são aves carnívoras que compartilham determinadas adaptações para a caça ativa, como o bico curvo e afiado, garras fortes, voo poderoso, além de uma excelente visão e audição. Com esses atributos, as aves de rapina são ágeis e eficientes na captura de suas presas.
O grupo é formado pelas ordens Accipitriformes (águias e gaviões), Falconiformes (falcões e caracarás), Cathartiformes (urubus e condores) e Strigiformes (corujas).
Fonte: http://www.avesderapinabrasil.com/caracteristicas_gerais.htm

 


Aves do Pantanal da Nhecolândia

Mais algumas aves que fotografei no Pantanal em janeiro de 2017.


Pantanal da Nhecolândia, MS

Janeiro de 2017.


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Aves da Estrada Parque – Pantanal da Nhecolândia.


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Monstrinhos


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Gonçalves – Janeiro de 2017.


Ariranha (Pteronura brasiliensis)

Essa é a segunda vez que consigo fotografar ariranhas na Estrada Parque, principalmente por se tratar de uma espécie ameaçada de extinção.

Janeiro de 2017.

 


Aves do Pantanal da Nhecolândia

Janeiro de 2017.


Solstício

O cãozinho da foto é o Solstício. Seu nome vem de Solstício de Verão, que é um fenômeno da astronomia que marca o início do Verão. É o instante em que determinado hemisfério da Terra (hoje, o hemisfério sul), está inclinado cerca de 23,5º na direção do Sol, fazendo com que esse hemisfério receba mais raios solares. No solstício de Verão ocorre o dia mais longo do ano e, consequentemente, a noite mais curta, em termos de iluminação por parte dos raios Sol.

O Solstício, foi um amiguinho que fiz quando estive a primeira vez na Lapinha da Serra. Ele me acompanhou em praticamente todos os lugares que fotografei. Em homenagem aos Solstícios – o cãozinho e o de Verão, algumas fotos que fiz na Lapinha da Serra, que está localizada na região da Serra do Cipó e que faz parte da área de proteção do Parque Nacional da Serra do Cipó.


Outro ilustre visitante

Depois da visita ilustre do Uru (Odontophorus capueira) aqui no quintal de casa, hoje recebo com surpresa outro ilustre visitante .

Topetinho-vermelho (Lophornis magnificus) – Frilled Coquette

Albuquerque – Tesesópolis, RJ

 


Mais “monstrinhos” que vivem no meu jardim.